Meiotom - Crônicas


 

 

AMAURY MELLO OLIVEIRA

PATÉTICO

                                                                                      

                                                                                        Crônica                                           Amaury Mello Oliveira

 

 

Vivemos o século XXI, e o conflito no mundo avulta porque os poderosos da Terra, atam ao seu jogo mesquinho os povos inconscientes e indefesos.

É um arrepiante espetáculo abrir a cortina da corrupção do homem, que é sentida mais fortemente ali, onde se aspirou à virtude da moral.   È como se fantasias de algozes que dão maus tratos, estivessem guiados até agora, a educação do gênero humano.

O caráter geral do mundo é por toda eternidade o caos, não no sentido da falta de necessidade, mas da falta de ordem, justiça, punidade e cheios de enganos, usura e exploração, cuja somatória é o estigma do demônio, cujo sinônimo é a chamada civilização.

Denomino corrompido um animal, uma espécie, um indivíduo, quando seus instintos reuni agora sua mais alta aspiração de valores decadentes.   Minha afirmação é que a todos os valores mais altos da humanidade, adoram a política segundo a qual, o progresso da sociedade sé é possível após a destruição de tudo o que socialmente existe.

 Na inteligência como um meio para a conservação, desdobra suas forças mestras no disfarce;   essa arte chega ao alto grau mentindo e ludibriando, representando o jogo teatral diante de outros e de si mesmo, num constante bater de asas em torno dessa chama de poder e vaidade.   Eles estão profundamente imersos em ilusões e imagem de sonho, suas sensações não conduzem à parte alguma, por isso a noite, através da vida, deixa que o sonho lhe minta, sem que seu sentido moral jamais tente impedi-lo.

O homem como porta-voz das camadas declinantes da sociedade, reclama com indignação esse lamaçal de corrupção e pede justiça, precisamos usar nossa força soberana para não perdemos a liberdade sobre as coisas que nosso ideal exige.   Seria um atraso cairmos inteiramente na moral e tornarmos ainda, monstros e espantalhos da virtude.

A tolerância só não é esgotável nos idiotas.   Está na hora de fazer valer o nosso voto, sempre tive esperanças neste país repleto de senadores mentirosos, de ladrões tolerados, de políticos corruptos, enfim nesse país que sempre foi uma piada mundial!   Mande e-mail reclamando todos os dias, vamos virar o jogo de forma civilizada e mostrar ao governo que a população não é apática.

Triste destino, o do PT (Partido dos trabalhadores): - que oferece por ano R$ l50 bilhões em juros aos mais ricos e R$ 10 bilhões pulverizados, em Bolsa-Família aos mais pobres.   Tornou-se um instrumento da aliança espúria que mantém o Brasil em crise crônica e continuará a existir como legenda a mais na política institucional, cada vez mais distanciada do povo.   Tudo se tornou melancólico e patético para quem, algum dia, sonhou em mudar o País.   Estamos assistindo ao fim de um ciclo na existência da esquerda brasileira, um ciclo que não deixa legado teórico, político ou moral, o PT pertence ao passado.

Seja o que for que o futuro nos reserva, o certo é que dentro de algum tempo já não haverá mais ninguém à vista a quem possamos responsabilizar.   Só resta o peso de nossa própria fraqueza e de nossa própria incompetência política.

Atibaia, 06 de Julho de 2.005.    

                                  

  

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