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artigos, resenhas, ensaios, memória

 

Angelo Mendes Corrêa e Itamar Santos

 

1) Amanda Acosta: teatro e música desde sempre

 

2) Zezé Freitas: o melhor dos rítmos brasileiros

 

3) Bárbara Zampol e Isabella Veiga: o teatro como reflexão

 

4) Maria Gomide: a arte sensível do grupo Carroça de Mamulengos

 

5) Francisco Andrade: a tradição de nossa música instrumental

 

6) João Signorelli: quatro décadas de teatro

 

7) Fábio Assunção: a busca de um teatro silencioso e íntimo

 

8) Tânia Guarnieri: a música como alimento vital

 

9) Tatiana Belinky: a memória que ensina

 

10) Carlos Colabone: o teatro em sua intensidade máxima

 

11) Selma Luchesi: o teatro como desafio

 

12) Valéria Arbex: o teatro como memória

 

13) Gustavo Gasparani: a completude de um ator

 

14) Érico Brás: o papel do ator do agente social

 

15) Alberto Bresciani: poeta da concisão

 

16) Araceli Chacon: gênio pianístico precoce

 

17) Raquel Naveira: a fecunda voz poétida do Brasil central

 

18) Alexandre Pedro: e a leitura do silêncio

 

19) Paulo Ludmer: a escrita da concisão

 

20) Rosângela Vieira Rocha: uma prosa límpida e densa

 

21) Ronaldo Cagiano: reflexões agudas de um escritor sintonizado com seu tempo

 

22) Eltânia André: o desconhecido e o inusitado

 

23) Gabriela Rabelo: múltipla em cinco décadas de teatro

 

24) Gésio Amadeu: uma vida dedicada à arte de interpretar

 

25) Alexandre Staut: jornalismo, literatura e gastronomia

 

26) Cervantes Souto Sobrinho: o cinema como ato revolucionário

 

27) Paulo Faria: teatro, história e crítica social

 

28) Nanete Neves: o jornalismo como missão

 

29) Helena Albergaria: o teatro questionador da Companhia Latão

 

30) Graça Roriz Fonteles: a poesia, a mística e o lirismo femininos

 

31) Kiko Marques: a companhia do silêncio e do pensamento sensível

 

32) David Levisky: o monge e o psicanalista

 

33) Eunice Arruda: maturidade poética

 

34) Caio Porfírio Carneiro: o escritor e suas raízes

 

35) Daniel Lobo: o teatro e as sincronicidades

 

36) Anália Timbó: a dança como engajamento e transformação

 

37) Paulo Bezerra: o engenho da tradução

 

38) André Caramuru Aubert: a escrita da memória

 

39) Ednei Giovenazzi: paixão, afetividade e placidez do ator

 

40) Mabel Velloso: poesia, canto e memória

 

41) Renata Carvalho: o teatro como luta e ativismo

 

42) Célia Gouvêa: a dança como necessidade de contínuo movimento

 

43) Marcos Loureiro: o teatro como leitura diferente do mundo

 

44) Amália Pereira: a dramaturgia contundente do Teatro Kaus Cia Experimental

 

45) Victor Nóvoa: o teatro como encontro das contradições

 

46) Anette Naiman: o teatro como independência, resistência e liberdade

 

47) Odette Mutto: a narrativa cortante da condição humana

 

48) Elisabeth di Cavalcanti: a memória de Di Cavalcanti por sua filha

 

49) João das Neves: teatro e comprometimento social

 

50) João Paulo Lorenzon: a conversa íntima do monólogo

 

51) Isabel e Fábio Brazil: a instigante fusão entre dança e poesia

 

52) Juliana Carneiro da Cunha: o teatro como partilha e disciplina

 

53) Luciana Iser Setubal: a escrita dos jogos metafóricos

 

54) Remisson Aniceto: o humor da crueza do real

 

55) Marcelo Soler: as novas linguagens do teatro

 

56) Dante Passarelli: os desafios do marketing cultural

 

57) Rodolfo Lima: o teatro da falta

 

58) Márcio de Camillo: a música nas asas da poesia

 

59) Denise Weinberg: o teatro em sua plenitude

 

60) Carlos Eduardo Dias Machado: as omissões históricas da genialidade negra

 

61) Alexandra Baldeh Loras: a narrativa eurocêntrica e o racismo

 

62) Vera Lamy: o processo criativo que desestabiliza

 

63) Gustavo Paso: a ousadia do novo e do desconhecido

 

64) Fabrício Moser: o teatro como experiência afetiva da memória

 

65) Vicência Brêtas Tahan: filha e biógrafa de Cora Coralina

 

66) Arlindo Lopes: lucidez e sensibilidade de um ator

 

67) Clarice Niskier: o teatro como guia e paixão

 

68) Fabiana Cozza: a melhor tradição do samba

 

69) Sandra Vargas: o teatro como experiência sutil e complexa

 

70) Mariana Infante: o talento e a excepcional formação de uma atriz

 

71) Roberto Sion: a música desde sempre

 

72) Gilberto Gawronski: o ato da representação como generosidade

 

73) Ana Lúcia Queiroz: uma nova consciência em torno de nosso patrimônio histórico

74) Cristiane Paoli-Quito: o teatro da inquietação

 

 

 

Angelo Mendes Corrêa nasceu em São Paulo, SP, em 1967. É mestre em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (USP), onde cursou bacharelado e licenciatura em Letras. Na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP), fez Direito e Jornalismo. Desde 1987 é professor de Português, Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa, Teoria Literária e Produção de Textos, nos níveis médio e superior. Começou no Jornalismo em 1985 e colaborou na Folha de S.Paulo (S.Paulo,SP), Jornal da Tarde (S.Paulo,SP), Linguagem Viva (S.Paulo,SP), São Paulo Review (S.Paulo,SP), Protexto (S.Paulo,SP), Revista de Literatura Brasileira (S.Paulo,SP), Revista Bibliográfica e Cultural (S.Paulo,SP), Veredas (S.Paulo,SP), Meiotom (Atibaia,SP), Verdes Trigos (Presidente Prudente,SP), O Boêmio(Matão,SP), Gazeta do Rio Pardo(S.José do Rio Pardo,SP), Jornal de Letras(Rio de Janeiro,RJ), Arte de Fato(Rio de Janeiro, RJ), Revista da Academia Mineira de Letras (Belo Horizonte, MG), A Semana (Divinópolis, MG), Jornal da Cidade (Poços de Caldas,MG), Brand News (Poços de Caldas,MG), Jornal da Associação Nacional de Escritores (Brasília, DF), Hoje em Dia (Brasília, DF), Opção Cultural (Goiânia, GO), Portal Top Vitrine (Campo Grande, MS), Letra&Fel (Vitória,ES), Fronte Cultural (Chapecó,SC), Diário da Manhã (Pelotas,RS), Verbo21 (Salvador,BA), Diversos Afins(Ilhéus,BA), Correio das Artes(João Pessoa, PB) e Alto Madeira (Porto Velho,RO). Coautor dos livros Um Poeta Brasileiro em Portugal; (Temas Originais,Coimbra/Letra Selvagem,S.Paulo) e Tecendo Literatura: Entre Vozes e Olhares (Humanitas,S.Paulo). Ator bissexto, participou dos curta-metragens Através dos Bosques e Os Sonhos, ambos do diretor Otávio Mendes.

 

Itamar Santos nasceu em São Paulo, SP, em 1956. É mestre em Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo(USP). Licenciado em Artes pela Faculdade Belas Artes de São Paulo e em Desenho pela União das Faculdades Francanas (UNIFRAN). Cursou Administração de Empresas na Universidade Cidade de São Paulo(UNICID). Fez cursos de especialização na York University, Seneca College e The Bickford Centre, em Toronto, Canadá, onde viveu por mais de uma década, trabalhando como executivo e tradutor. Professor de Artes, Desenho e Inglês, nos níveis médio e superior. Como ator atuou nas peças A Exceção e a Regra (Bertold Brecht), Em Nome do Teu Coração (William Butler Yeats), O Berço de Ouro (Erasmo Caldas), Romeu e Julinha (Oscar Von Pfhul), Vamos Falar de Amor Sem Dizer Que Eu Te Amo (Heiner Müller) e nos curta-metragens Através dos Bosques, Irremediável e Os Sonhos, do diretor Otávio Mendes. É autor do argumento do curta-metragem Os Sonhos, de duas peças teatrais, Passagens de Tempo (baseada no livro homônimo do psiquiatra e filósofo Mauro Maldonato) e Eutanásia, bem como dos livros infantis O Pequeno Don e O Ladrão de Sonhos e da novela Tobias, todos inéditos. Como jornalista, colabora na São Paulo Review (S.Paulo, SP), Linguagem Viva (S.Paulo, SP), Protexto (S.Paulo, SP), Meiotom (Atibaia, SP), Arte de Fato (Rio de Janeiro, RJ), Letra&Fel (Vitória, ES), Portal Top Vitrine (Campo Grande, MS), Horizonte MS (Campo Grande, MS), Verbo 21 (Salvador, BA), Diversos Afins (Ilhéus, BA) e Correio das Artes (João Pessoa, PB). É membro do Grupo de Pesquisas de Produções Literárias e Culturais para Crianças e Jovens da Universidade de São Paulo (USP).