| Meiotom - poesia |
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LIVRO I- poesia viária |
JOÃO BARCELLOS |
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Ato
d’ Amar O
tempo ameno em que se sobrevive, às
vezes ironicamente, com torpor, se
embriaga do clima d’ amor como
que súbita chuva ao de leve caindo
entre as árvores que somos. Fervor dos
deuses, dir-se-á. Mas sempre, sempre
o toque natural prenhe da
vivência – ou, o ser descobridor do
ato d’amar, mesmo que assim... de leve levemente,
outro ser. O encantador estar
no ameno viver mesmo que dir-se-á,
continuamente na busca do vapor que
transporta ideais rio acima; e leve levemente,
sobrevivendo, sempre e todo o amor!
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