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CORROSÃO
A fome
dos novos bandidos poetas nem sempre alertas
ao tempo q vai
Os
prédios destroços monumentos d'outrora na rua da Aurora
ou boca do cais
Guris mergulhando no
límpido rio só pra quem viu não existe mais
AMBIENTAL
As árvores da'strada d
Belém cansaram d ver passar porseus corredores seres
a-dimensionados. Gostariam q o chão ruísse surgissem criaturas
d'niquel elementares da terra pra PUMverizar os
transeuntes des'inquieta locação
FARELO
O
poema tem q ser sequinho
MAGRO
Se
possível nordestino: desnutrido e valente
Deve
ser raquítico definido:
coureosso
AUTOR:
brunocandeas@bol.com.br
aViva Roberto Carlos veloz
como o vento
Que arruma as meias durante o cruzamento.
Viva o Kaká, menino bonito
Na hora do jogo, amarela no grito.
Viva
Ronaldinho Gaúcho
Inútil como pinto murcho.
Viva
o ativo Parreira
Que não substitui, não treina e só diz besteira.
Viva
o Gagallo
arrumem um asilo prá interná-lo.
Lamento por Dida, Juan, Zé Roberto e Robinho
Que até brilharam nesse timinho
Mas
o resto eu quero que se dane
Porque quem joga mesmo é o Zidane.
Chega de Zagallo, chega de Parreira
Não precisamos destes velhos caretas.
E "Fora babaquice"
Tem treze letras. |