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o
tempo,
sabe?
O dominador,
juiz e carrasco.
É ele,
consciência
da impotência,
ausência de respostas
e soluções.
É ele,
deus e demônio
a quem glorificamos
e amaldiçoamos.
É o tempo,
acredite:
o dualismo,
o ser e o não ser.
O repetidor
incansável
de que o fim
da busca
está na morte. |