| Meiotom - Poesia |
|
|
PSICOPOESIA |
darlan alberto tupinamba araujo padilha |
|
psicopoesia
O poema em sua plenitude mental Galga como um cavalheiro solitário Que ceifa o influxo de sua lira Despejando nos signos a verve de sua alma.
O poema que outrora rabiscava-se a lápis Verte em seu frontispício Pálido e digital Os ditames coloridos da psique.
A escrita é alma E a mente são faíscas Criptografias metafísicas Que se misturam na dicotomia dos versos.
O poema cavalga manso, silencioso Quase surdo em sua armadura cefálica Discorrendo por entre artérias Desaguando por entre os dedos.
Desordenados Fragmentados Diluídos A margem da alma e dos símbolos.
O poema é a psicografia dos astros Materializados sob insígnias Preservadas pelo cavalheiro Copista, tradutor de almas.
Dimythryus 23/08/2007 18h22m. Ed. Martinelli
|
|
|