| Meiotom - Poesia |
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darlan alberto tupinamba araujo padilha |
Evanescência nas
formas A palavra quanto essência é alma Aquiescência dos astros Escultura do éter Leveza no atman. A palavra quanto existência é morte Fracionada nas formas Perdidas em fórmulas Dispersa na evanescência do ínfimo. Tudo tem vida nas formas Mais a não forma, não dá vida as formas? A letra mata, compacta O espírito da vida renova-se. Destarte moldam-se os poemas Esta catedral de contrastes Onde vida e morte se misturam O poeta é o sepultador da alma. A palavra, não se pode possuir Não pertence às formas Não se prende as cores É viva e só se prende a liberdade. Dimythryus 25/09/2007 13h33m.
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