| Meiotom - Poesia |
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darlan alberto tupinamba araujo padilha |
Camões
<<Ao
menos morro com a Pátria>> Luiz Vaz de
Camões 10/06/1580
Oh, filho
ilustre de Algarve e Galiza Meus
versos soam a ti como ode Uma
homenagem a que a pena Fez fremir
a ínclita[1]
espada. Antes de
ti, só o dizedor das gestas O auto
cancioneiro Gil
Vicente A quem
teus passos por muito foi seguidor Carregando
apenso a ti a Lusitânia. Vossa
lança sobre a sestra[2] Traz o
sopesar[3]
da lourosa Língua, A qual em
ti se consagrou única Tanto
falada, quanto escrita. Sua
história, é a história de Portugal A história
sagrada de nosso idioma Ele estava
onde tu estavas Portugal,
África, Índia e china. E mesmo
hoje sob mestas[4]
reformas Nossa
Língua em nada deve Estiolada[5]
jamais se entrega Não renega
a Pátria e nem desampara seus filhos. Tenso
foram as tenças que tardavam O
desterro, os cárceres, a miséria A infesta
peste do passado Que
esmerada verve fizeram-se os novos poetas. Seu nome é
o estandarte lusófono No qual
emana sua ínclita imagem Onde soa
sua lira e seus atentos Faz de ti
um guerreiro imortal. Dimythryus 14h45m. 16/11/2008 |
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