| Meiotom - Poesia |
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darlan alberto tupinamba araujo padilha |
O
velho farol O
farol em sua luz incandescente Diz
que devemos seguir a estibordo Enquanto
seguimos desorientado a bombordo. Desoriento-me
insistentemente Até
me cansar e me perder no ritmo dos dias Nas
grandes esferas e órbitas desordenadas. Na escuridão o farol é o olho
verde de Deus É
Netuno a escamar seus peixes na fúria do mar A
pescar alguém que esta perdido. Faros
é a única luz visível A
nos guiar nas veias incertas do nosso destino A
desrumar de esperanças nossas tristes vidas. Um
farol nunca envelhece E
permanece sempre disposto, cintilante Sempre
desperto a espera de alguém, a espera da gente. Dimythryus 13/11/2008 17h53m. |
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