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ESTRADAS
Fomos longe retornamos em estradas concretadas: poesia irrisória no descaso com que tratamos os acostamentos: o carro estragado o incombustível a menina empunha a mão em oferenda.
Estradas castigam as desavenças: velhas questões percorridas em baixas velocidades.
Paro e peço a bebida: amargo a volta no retorno da hora programada.
(Pedro Du Bois, inédito) |