| Meiotom - poesia |
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Pedro Du Bois |
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A habitualidade
do engodo
consultado em oráculos
desprovidos
de verdades.
A insensatez da vida se opõe
em brados não ouvidos. O caco
de vidro
rasga
a pele.
O tema de amores
conduzidos ao êxtase da permanência.
Corpos habituados
ao engodo
dos resultados
anteriores.