| Meiotom - Poesia |
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IMPROVÁVEL LUZ GRENÁ |
ENZO CARLO BARROCCO |
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Corroído
tempo moroso indiferente descrente macérrimo os
olhos perdidos no vago do dia a
alegria que se fora ontem flores
na lapela suja mãos
aduncas desejos
passados a
morte é uma silenciosa companheira a
morte é uma improvável luz grená. |
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