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BANDA REDONDA� � 38 anos de folia e alegria no
carnaval em São Paulo
O grande dramaturgo Plínio Marcos recebe o Troféu
Banda Redonda
das mãos de Carlão, o General da Banda de SP � Foto:
Arquivo da Banda
A banda mais antiga e tradicional da cidade faz a
abertura da semana carnavalesca em São Paulo.
Fundada por atores do Teatro de Arena, jornalistas,
músicos e outros artistas que frequentavam o Bar e
Restaurante Redondo, a Banda Redonda pede passagem,
coloca os foliões e sambistas nas ruas. No dia 13 de
fevereiro, começa a se arrumar ou se desarrumar em
frente ao TEATRO DE ARENA - Eugênio Kusnet, na Rua
Theodoro Baima, 94, esquinas da Rua da Consolação
com Av. Ipiranga. A concentração será 19h e a saída
do desfile 21h. Durante a concentração haverá o
aquecimento com o Carlão, General da Banda
de SP e a entrega do �Troféu Banda Redonda�,
para personalidades que fazem a diferença na
cultura, artes e no esporte, este ano são: Carlos
Cortez, Helena Ignez, Inezita Barroso,
Osmar Santos, Paulo Vanzolini, e
Silvia Vinhas. Também vamos manifestar o apoio a
campanha �Gorduchinha 2014� para o nome oficial da
bola na copa do mundo em 2014,
veja o vídeo da campanha. Mais informações sobre
a Banda e os homenageados abaixo.
�Nossa gente é essa aí: jornalistas, boêmios,
artistas de teatro, cinema, televisão sambistas,
pintores, gente da noite, do dia, da madrugada e de
todas as horas, enfim, gente que cultua a nossa
cultura popular�.
Vários artistas e convidados especiais sempre
participam da concentração da Banda, entre eles, os
atores de teatro, cinema e TV: Analy Alvarez,
Antonio Petrin, Cris Fontana, Gésio Amadeu, Graça
Berman, Humberto Magnani, João Acaiabe, Luiz Serra,
Paulo Hesse, Regina Braga, Tadeu Di Pietro. Também
marcam presença: César Vieira (dramaturgo e diretor
de teatro), Chico de Assis (dramaturgo, ator e
professor de dramaturgia), Chico Pinheiro,
(jornalista - TV Globo), Emilio Fontana (diretor e
professor de teatro, cinema e TV), Oswaldo Mendes
(jornalista, ator, diretor de teatro e escritor),
Raimundo José (cantor e músico). Para completar a
alegria na concentração, contaremos com a presença
da Corte do Carnaval Paulistano.
Todos os anos a Banda homenageia personalidades
destacadas no meio cultural, artístico e esportivo,
já receberam o troféu Banda Redonda: Alaíde
Costa, Analy Alvarez, Ari Toledo, Caio Luiz de
Carvalho, Chico de Assis, Chico Pinheiro, Denis
Derkian, Doutor Sócrates, Dr. Davi Serson, Dráuzio
Varella, Emilio Fontana, Esther Góes, Etty Frazer,
Ivan Giannini, João Acaiabe, João Batista de
Andrade, Ligia Cortez, Maria Alcina, Netinho de
Paula, Oswaldo Mendes, Paulo Goulart, Regina Braga,
Renato Borghi, Renato Consorte, Sérgio Mamberti,
Tadeu di Pietro, Walderez de Barros, Bárbara Bruno,
Dr. Demetrio Hossne, Dr. Paulo Meneghini , José
Renato Pécora, Lauro César Muniz, Regina Echeverria
entre outros.
Homenageados que irão receber Troféu Banda
Redonda em 2012: Carlos Cortez - cineasta e
diretor de "Geraldo, o Filme� e "Querô�; Helena
Ignez - atriz e diretora de cinema e teatro;
Inezita Barroso - a Rainha do Folclore
Brasileiro; Osmar Santos � Locutor Esportivo
e pintor, e o �Pai da Matéria� e da �Gorduchinha�;
Paulo Vanzolini - genial compositor
paulistano e Silvia Vinhas - jornalista e
apresentadora de TV. Informações sobre os
homenageados ao final deste release.
Para animar os foliões a banda conta com um belo
time de intérpretes: Aldo Bueno, Douglas Franco,
Germano Mathias, Jandir, João Borba, João Pedro,
Maria Alcina, Mazinho do Salgueiro, Silvio Modesto e
Tereza Miguel, que serão acompanhados pela Banda
Musical do FUMAÇA com mais de 30 integrantes,
apresentando tradicionais marchinhas e sambas do
carnaval brasileiro. A apresentação fica por conta
de Moisés da Rocha (O Samba pede Passagem).
Banda Redonda � 38 anos de alegria no carnaval
paulistano
Dia 13 de fevereiro, segunda-feira,
concentração 19h / saída 21h � Grátis.
Informações: Imprensa: Edson Lima: 3739 0208
/ Teatro de Arena: 3256 9463 / China: 7705 0622
Roteiro: Ruas Theodoro Baima, da Consolação,
Xavier de Toledo, Teatro Municipal, Rua Cons.
Crispiniano, Largo do Paissandu, Av. São João, Av.
Ipiranga, Praça da República, regressando ao Teatro
de Arena, encerrando o desfile com músicas do
verdadeiro carnaval de rua.
Saiba mais:
www.oautornapraca.com.br/bandaredonda. Vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=bzy3sjZhcPk
Grêmio Recreativo Cultural e Carnavalesco �Banda
Redonda�
Presidente: Carlão � O General da Banda de SP
/ Organização: China - Tel. (11) 7705 0622
Ass. Comunicação e Imprensa: Edson Lima �
Fone: (11) 9586 5577 / 3739 0208.
Patrocínio:
Prefeitura da cidade de São Paulo / SPTURIS - São
Paulo Turismo, ABASP � Associação das Bandas
Carnavalescas de São Paulo e AMBEV. Apoio: O
Autor na Praça e PointGraf.
HISTÓRICO DA BANDA
- A �Redonda� substituiu a Banda Bandalha,
criada no auge da repressão militar pelo dramaturgo
e ator Plínio Marcos em 1972. Plínio gravava a
novela Bandeira Dois, no Rio de Janeiro e não
aguentava mais as piadas e provocações dos cariocas,
dizendo que: bloco de paulista é bloco de concreto
armado, que cordão de paulista é cordão de
isolamento e, como se tudo isso, ainda, não
bastasse, atormentavam, nosso tão amado Plínio
Marcos, citando Vinicius de Moraes �São Paulo é o
túmulo do samba�. Àquela altura a Banda de Ipanema
já era famosa, trazendo como musas Leila Diniz e
Odete Lara. Injuriado com tantas brincadeiras,
Plínio chamou seu colega de teatro, Carlos Costa, o
Carlão, que já era frequentador do mundo do samba
paulista desde que aqui chegou em 1945, mas ganhava
a vida no teatro, Carlão foi bilheteiro,
contra-regra e ator, atuou no teatro de Arena, no
cinema e foi um grande parceiro do Plínio, atuando
em várias peças e ao seu lado em vários momentos na
luta. Então, Plínio Marcos se autoproclamou
presidente da Banda Bandalha e convidou
Carlão para ser o vice presidente.
Em 1972 e 1973, a banda sempre saindo da frente do
Teatro de Arena e percorrendo o centro, foi sucesso
de cara, tendo no primeiro desfile como Porta
Estandarte a atriz Etty Frazer e mestre sala o ator
Toni Ramos. Também contou com ilustres
participantes, como a atriz Walderez de Barros, o
dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri, a atriz Eva
Vilma, o ator John Herbert, Pepita e Lolita
Rodrigues, os jornalistas Arley Pereira, José Ramos
Tinhorão, o ator e artista plástico Luiz Carlos
Parreira. Claro que não podiam faltar os sambistas
famosos das escolas de samba e parceiros de Plínio e
Carlão: Geraldo Filme, Jangada, Jorge Costa, Silvio
Modesto, Talismã, Toniquinho Batuqueiro, Zé Ketti,
Zeca da Casa Verde, além da turma da �Vagão� e
redondeza, entre tantos outros atores, jornalistas e
foliões. A Bandalha durou dois anos, depois
de brigas com a prefeitura, Plínio se injuriou e
falou que não tinha mais Bandalha. Com o fim
da Bandalha, seus remanescentes, encabeçados por
Carlão, formaram a Banda Redonda, que
desfilou pela primeira vez em 74, naquela ocasião
mudou a colocação da diretoria, ficando Carlos Costa
na presidência e Plínio como vice, hoje Carlão
continua dirigindo a �Redonda� e tem o China como
secretário geral. Com a inspiração do Artista
plástico Luis Carlos Parreira a �Redonda� adotou a
pomba como símbolo e as cores azul, ouro e branco.
Atualmente, os desfiles da banda são acompanhados
por cerca de 15 mil pessoas e já faz parte do
calendário oficial do carnaval de São Paulo. Além
disso, ela é filiada à ABASP - Associação de Bandas
de Carnaval de São Paulo.
Carlão, quando assumiu a banda em 1974,
transformou-se no �General da Banda� de São Paulo
(lembrando Black-Out, o �General da Banda� no
Brasil): diz um dos foliões: quando o Carlão chega
as pessoas cantam... �Chegou o General da
Banda...� Sobre o novo nome da banda:
Redonda, Carlão conta um pouco da história: �A
gente frequentava um Bar e Restaurante em frente ao
Teatro de Arena chamado Redondo. Tinha uma gíria na
época que dizia que as pessoas inteligentes tinham a
testa redonda. Daí, a partir de algumas sugestões:
ARENA, pelo teatro (ora veja, naquela época, o
partido da ditadura tinha a sigla de ARENA), Carlos
Gomes, Roosevelt (nome de gringo não), Consolação e
Vila Buarque, (�não são nomes para uma banda�).
Prevaleceu a idéia da cabeça inteligente: Redonda,
ainda sugeriram Redondo, para obter algum patrocínio
do dono do bar, mas alguém lembrou: �o portuga
sequer pendura uma cerveja pra gente�, daí ficou
simplesmente Redonda mesmo, pela ideia do Parreira,
ainda hoje há quem confunda o nome da banda com o
nome do bar.
Sobre Carlos Costa,
O General da Banda Redonda, também conhecido como,
Carlão da Vila e Carlão do Boné, nasceu na cidade de
São Carlos, no interior do estado, onde aprendeu
muito do samba paulista através de seu pai, Sr.
Oscar Costa e chegou à cidade de São Paulo em 1945.
Aprendeu a história do samba paulista convivendo com
seus maiores sambistas, como Geraldo Filme,
Henricão, Zeca da Casa Verde, Jangada, Talismã,
Toniquinho Batuqueiro, Carlão do Peruche, entre
tantos outros, Carlão curtiu e viveu o samba em sua
forma mais autêntica. Nestes 38 anos da banda a
maior satisfação de Carlão é oferecer a oportunidade
para todas as classes e camadas da população curtir
o autêntico carnaval, sem qualquer custo, colocando
lado a lado todas as diferenças, equacionadas no
mais simples momento de alegria. Carlão foi grande
parceiro e amigo do dramaturgo Plínio Marcos,
atuando e assessorando em várias peças e, juntos,
enfrentaram muitas situações de resistência a
censura e a ditadura militar. Carlão também atuou no
cinema nos filmes �Homem que virou suco� de João
Batista de Andrade (1981), �Jogo Duro� de Ugo
Giorgetti (1985), �Nenê Bandalho�, texto de Plínio
Marcos dirigido de Emilio Fontana (1971), �Gaijin �
Caminhos da Liberdade� de Tizuka e Yamazaki (1980),
�Estrada da Vida� de Nelson Pereira dos Santos
(1980), �O Pixote � a lei do mais fraco� de Héctor
Babenco (1980), �Eles não usam Black Tie� texto de
Gianfrancesco Guarnieri, dirigido de Leon Hirszman
(1981).
�A Banda Redonda surgiu na época da repressão da
ditadura militar, com objetivo de trazer para a rua
os executivos dos escritórios do �centrão� da
capital paulista para brincar o carnaval com o povo
na rua com ou
sem fantasia, com ou sem dinheiro�, afirma Carlos
Costa.
Sobre Carlos Cortez
- Iniciou
sua carreira como roteirista e durante 10 anos
trabalhou nas melhores produtoras de São Paulo.
Paralelamente escreveu e dirigiu inúmeros
documentários abordando questões sociais e culturais
de sua cidade, o que lhe conferiu prêmios como
�melhor filme� no Festival Internacional de
Documentários It�s All True, além de importantes
prêmios nos festivais de Brasília e Gramado. Como
documentarista destacam-se entre seus trabalhos, Seu
Nenê da Vila Matilde e Geraldo Filme, projetos sobre
a origem do samba paulista e sobre os compositores
que construíram essa história. Querô é o primeiro
longa-metragem de ficção de Carlos que foi
recomendado pelo próprio Plínio Marcos para
transportar sua obra para ao cinema. O filme foi
reconhecido pelos festivais em que passou faturando
13 prêmios incluindo melhor roteiro, melhor direção
e melhor filme.
Sobre Helena Ignez
�
Atriz, diretora de cinema e teatro, nascida em
Salvador-BA, figura de destaque na cultura
brasileira, integrou inúmeros movimentos de
vanguarda e foi chamada de MUSA DO CINEMA NOVO. Seu
primeiro contato com o cinema foi no curta-metragem
O pátio (1959), de Glauber Rocha. Em 1968, estrelou
Cara a cara e O bandido da luz vermelha,
primeiros filmes, respectivamente, de Julio Bressane
e Rogério Sganzerla. A partir daí, passou a ser o
principal rosto do movimento que ficou conhecido
como Cinema Marginal. No ano seguinte,
estrelou A mulher de todos, de Sganzerla, no
antológico papel de Ângela Carne-e-Osso. Em 1970, ao
lado de Bressane e Sganzerla, fundou a produtora
Belair, que produziu, nesse mesmo ano, títulos como
Copacabana mon amour e Sem essa, Aranha,
de Sganzerla, A família do barulho e
Cuidado, madame, de Bressane, todos estrelados
por ela. Ainda em 1970, casou-se com Rogério
Sganzerla, ficando a seu lado até a morte do
cineasta, em 2003. Tornou-se sua musa, tendo atuado
em muitos de seus filmes, como Nem tudo é verdade
(1985), Tudo é Brasil (1996) e O signo do
caos (2003). Sob direção de Bressane, faria
ainda São Jerônimo (1999). Outros destaques
de sua carreira são O padre e a moça (1967),
de Joaquim Pedro de Andrade, Assalto ao trem
pagador (1962), de Roberto Farias, Os
monstros do Babaloo (1970), de Elyseu Visconti,
e Perfume de gardênia (1992), de Guilherme de
Almeida Prado. Com 40 anos de produção e inclusão
nos vários campos da arte cênica e cinematográfica,
foi homenageada, em de 2006, pelo 20º FESTIVAL DE
FILMS DE FRIBOURG, Suíça. Com seu filme A
Reinvenção da Rua, dirigido por Helena e montado
por Rogério Sganzerla. Em 2005 foi homenageada pelo
Festival Internacional de Filmes - FEMINA, Rio de
Janeiro. Também em 2005 no Torino Film Festival -
Itália foi exibido A Reinvenção da Rua junto
com seu último filme, o curta-metragem, A Miss e
o Dinossauro � Bastidores da Belair, a partir de
imagens de arquivo em super-8 de 1970; juntamente
com o lançamento da versão italiana do livro
organizado por Helena Ignez e Mário Drumond �
�Tudo é Brasil� de Rogério Sganzerla, editado
pelo Museo Nazionale Del Cinema. Produziu em
Sobre Inezita Barroso
�
Inês Madalena Aranha de Lima nasceu em 04 de março
de 1925 no Bairro Barra Funda na capital paulista.
Começou a cantar aos sete anos de idade. Aos nove,
já admirava o poeta modernista Mário de Andrade, que
morava ao lado de sua casa à Rua Lopes Chaves na
Barra Funda, em São Paulo, a quem esperava passar
todo dia enquanto brincava de patins. Aos 11 anos,
começou a estudar piano. Desde criança, conhecia
Raul Torres que, tendo sido colega de seu pai na
Estrada de Ferro Sorocabana, ia com freqüência à sua
casa, onde cantava quando ela fazia aniversário.
Apesar de ter sido criada na capital, Inezita tinha
verdadeira paixão pela música caipira. Seu contato
com a natureza era nos finais de semana e quando
passava as férias na casa de parentes que moravam na
roça. Desde cedo desenvolveu o gosto pela música
caipira, mas enfrentou duros preconceitos, pois na
época cantar e tocar viola não era atividade para
mulher. A família era totalmente contra. Inezita fez
faculdade de Biblioteconomia, pois tinha verdadeira
adoração por livros. Casou-se na década de 40 com um
pernambucano e iniciou sua carreira cantando músicas
folclóricas recolhidas por Mário de Andrade, na
Rádio Clube do Recife. O nome Inezita Barroso surgiu
de seu nome Inês que também era o nome de sua mãe, e
Barroso era o sobrenome de seu marido. Desde 1980
Inezita Barroso apresenta o tradicional Programa
Viola Minha Viola da TV Cultura de São Paulo, que já
está no ar há 29 anos. Ela se apresentou na terceira
edição do programa, daí para frente passou a
comandar a apresentação do programa ao lado de
Moraes Sarmento. Hoje aos 86 anos Inezita Barroso
continua viajando por todo o Brasil realizando seus
shows juntamente com o Regional liderado por
Joãozinho, e continua apresentando o tradicional
"Viola Minha Viola". Em sua gloriosa carreira
Inezita soma mais de 60 discos gravados entre 78
rpm, Lps e Cds. Neste ano ainda lançará seu mais
recente trabalho, e tem o projeto de gravar seu
primeiro DVD ao vivo ainda neste ano. Saiba mais:
Tudo sobre Inezita no Sítio Oficial:
www.inezitabarroso.com.br.
Sobre Osmar Santos
- Nascido em Osvaldo Cruz em julho de 1949, Osmar
Santos, o "Pai da Matéria", foi um dos maiores
narradores esportivos do Brasil. Seus jargões, de
estilo inovador como "Ripa na Chulipa" e "Pimba na
Gorduchinha", permanecem até hoje na memória
popular. Seu início de carreira foi em 1963, aos 14
anos, na Rádio Clube de Osvaldo Cruz, destacando-se
mais tarde no Rádio de Marília, até ser contratado
pela Jovem Pan (SP) em 1972. Em São Paulo, Osmar
Santos foi o pivô de uma revolução no Rádio
esportivo, tendo introduzido uma forma diferenciada
e criativa nas transmissões esportivas. Em 1977,
aceitou o desafio de comandar o Sistema Globo de
Rádio, na época ainda Rádio Nacional, onde
transmitiu a histórica final de 77, cujo campeonato
marcou o fim da agonia corinthiana de 22 anos sem
títulos. Outro fato marcante na sua trajetória é a
sua participação no movimento político do país:
"Diretas Já", em 1984, num dos momentos mais
importantes da "História do Brasil". Fenômeno de
comunicação, atuou também com destaque na TV. Sua
trajetória vitoriosa foi interrompida bruscamente no
dia 22 de dezembro de 1994, quando foi vítima de um
grave acidente na BR 153, trecho que liga Marília a
Lins. Esse acidente calou a voz do maior locutor
esportivo do Rádio brasileiro, após o acidente, que
o forçou a interromper a carreira, Osmar Santos
passou a se dedicar à pintura. Segundo Washington
Olivetto, "a história do rádio deve ser contada em
dois capítulos: antes e depois do Osmar". Saiba mais
sobre a campanha �Gorduchinha 2014�:
www.gorduchinha2014.com.
Sobre Paulo Vanzolini
� Juntamente com Adoniran Barbosa é reconhecido como
o grande nome do samba paulista. Filho do engenheiro
Alberto Vanzolini, aos quatro anos mudou-se com a
família para o Rio de Janeiro, onde seu pai iria
construir, no bairro da Tijuca, o prédio do
Instituto de Educação. Durante os dois anos em que
passou a infância no Rio, começou a tomar gosto
pelos programas musicais que ouvia no rádio. Veio a
Revolução de 1930 e a família voltou para São Paulo,
onde seu pai foi ser professor da Escola
Politécnica. A paixão pelo samba surgiu desde que
tinha dez anos de idade. Cursou o primário no
Instituto Rio Branco e depois concluiu o ginásio
numa escola pública estadual. Gostava de ir aos
bailes na sede do Glorioso Futebol Clube, perto de
sua casa, e lá se sentava ao lado da orquestra,
somente para ouvir música. Na adolescência começou a
freqüentar rodas de malandros, cultivando desde
então uma combinação peculiar entre boemia e paixão
pelos estudos. O interesse por zoologia de
vertebrados levou-o a cursar a Faculdade de Medicina
onde se diplomou em 1947. Entre s pérolas que compôs
para a Música Popular brasileira, destacam-se �Volta
por Cima� gravada por Noite Ilustrada e �Ronda�, que
teve a primeira gravação por Inezita Barroso. Leia
mais:
http://www.dicionariompb.com.br/paulo-vanzolini/biografia.
Sobre Silvia Vinhas - Começou no jornalismo em 1990 nos Estados Unidos, como correspondente da Rede Bandeirantes. Foi a primeira mulher a participar de coberturas automobilísticas na Formula Indy. Ficou conhecida na equipe de Luciano do Valle, que comandava o Show do Esporte no domingo. Foi correspondente de automobilismo, basquete NBA, futebol americano NFL, de 90 à 93 quando retornou ao Brasil. Apresentou todos os jornalísticos esportivos da emissora.Esporte Total, Faixa Nobre do Esporte e o Show do Esporte , aos domingos , com Elia Jr, e depois com Fernando Vanucci. De 2000 a 2004 trabalhou como repórter no SBT e no programa esportivo da Federação Paulista de Futebol. Em 2004 voltou ao grupo Bandeirantes, no canal Bandsports. Apresentou o Bandsports Golf Club de 2004 a 2009. Participou de cinco Copas do Mundo e Cinco Olimpíadas. Atualmente apresenta o Bandsports News, noticias esportivas, diariamente às 11 da noite. Na TV Unip, apresenta desde 2002 o programa �Opinião Livre� e desde agosto de 2010 comanda o �Conectado�, jornalístico de hora em hora na MegaTV . Saiba mais: www.silviavinhas.com.br. |
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