dois
pecados
capitais do
capital
no substancial
da troca
o sujeito x
toma algo
preciso
como de
posse.
mas
a precisão
de algo
não é particular
no acidental
do uso
o predicado
putativo
pensa-se
como
sem
contradição
mas
experimentalmente
todo contraditório
tem sua
probabilidade
de ocorrência.
-algo além disso-
a insolubilidade
do erro
não garante
a inutilidade da
da verdade
nem da
justiça.
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além do bem
e do mal
o bem é
bom,
melhor até:
bonzinho
vem o mal
que nada
aproveita de si,
só pode
usar do bom.
um não
tem mais.
logo tinha um
pra dois,
mas um
dos dois
ainda gosta
de estragar.
pior se tinha um
pra dois
e
um dos dois
ainda gosta
de estragar,
e assim
tem menos
do bom.
por mais do bom
que aja: uma
hora vai acabar.
só pode
usar do bom
e pronto
tinha um
pra dois
mas um
dos dois
ainda gosta
de estragar
poder pode
mas que deva
sabemos que não
tinha um pra
dois mas se
um dos dois
ainda estraga
é mais provável
que uma hora
acabe:
por mais do
bom que haja
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é mole!
pois não te lembras
mais que um furo
não opõe resistência
a passagem ?!
e por isso te preocupas!
o poema sumiu?
não foi escrito?
o buraco é mole
mesmo,
diga-se em plena vóz
e bom som.
nada há
na superfície
que o buraco
discontinua
assim sendo
o buraco é mole...
molíssimo!
não que o resto
do mundo e das gentes
dê moleza
mas o buraco, gente!
esse não falha
se fosse por ele
tava tudo certo:
ia tudo pro buraco!
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