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meiotom poesia & prosa |
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meiotom.blog FLÁVIO AMOREIRA |
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´ AMOR NO SILÊNCIO´´ Perdoa se a ti, Amor dedico tantona incerteza de retribuído afetotenho a pena e o vinho desse amor serenooutrora insanopoderoso repouso é a memória do teu reconstruído semblanteeu que re-invento a proximidade de teu sorriso. ´´´´ E se só houvesse palavras...Seus olhos miram o que tenho de pior na hora da despedidaessa constante malditaAté marca os instantes de dizer adeusPreciso viver o próximo instanteE só sei amontoar palavrasestrelas errantes / azul ou vazio verdeSe eu pensasse dura uma mentiraSe faria enraizada uma ilusão soberbaE conto é porque aprendi ir fundoAo cajadoDesdobra o cerzimentoFalta a noz que doura na carnação dos escaninhosDe planta fruto gomo candente do hábito de colher no pomarPaciente do semeioAo fim da espera será ainda tu me adventocruz eternainconcebível silenciamento do nadaluz infindasó os loucos tem um só motivo para semprepega-se o que se encontra ao agradomal supondo ser o mítico ofertado / lances causticantesazula a vista mesmo o que por ti pranteioveste-se de brocados ardentesmagnânimo clarão que na minha Fé de amor me alumiatua presença é um espasmo sem reparo ao permanente da minha entregaMeu bom amigo, amado,Vivem nas herdades muitas mulheres que poderão escutar-te sem compreendido dilacerante que nos uneDeixai pensar que o que é nosso seja delas na impossibilidade dissoFortalece nosso destinoBrilhamos nessa onda sob o luar em firmamentoAquecida brasa em mesmo fogo ´´ao abrigo de dúvidassó a incerteza nos assegura de persistênciapoeta escolho a múltipla tua e minha seivanunca finda a urdidura do enigmático gozoteias vicejandoo experimentamos longoque só inicia com a existênciaesse amor que guardoreflete-se muito depois muito depoisvolatiza como a brisa que diamante etéreo , fractal , amor, amor , se cristalizaa prosa alitera poeticamenteo exercício de reconhecer-me em ti túrbido num leito incertofaz-nos lago rio oceano e torna ‘a fonte nascente num ciclo incessante entre nossos traços afluentesestávamos também no princípio , sou por ti em Verbocorrijo-meinflexionoruminoo Tempo nos sacia de espaço:acode pelo ocaso oportuno dos ponteirosa vida tristeas coisas mórficas despem-setornar é irreverssívelnão se entristecemsomos tristes e o mundo nada sabe dissodamos nomes tristes ao que ocorre o maior nome é mundoentão chega momento imperceptível que amar não dóisentimos enorme impenetrabilidade diante de nosso reflexo perpassadoé desejoe desejo é tudoque suporto ´´[ Flávio Viegas Amoreira ]
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