| Meiotom - Contos |
|
|
|
flávio viegas amoreira |
‘’ EU LI O BRASIL: ELE É VERDE E AMARELA.’’
‘’ Todo poeta judeu, diria pelas ramblas. O homem é o medidor, avaliza vão o futuro que vê nas coisas mais que improvável serem futuro idealmente. O fragmento não é descrente, é incipiente de razão totalizante; é tanta vontade tanta que só o Paraíso nos vai entender cambiantes nomeando vazo quebrado com flores. grous brancos, frotilhas dum rastro meditativo vastações pensamentos em cizuras surgindo fim da quadratura. persianas / elementizado / logopondências / guloseimas verbais / logosemas; teores (cavilhas) lá enquando milha nimbo / extensão / pensamento : o amor intelectual de Deus. onde quando em sempre os ambientes urbanos: Stendhal ; taxis , e-mails, ‘inventa outro de si’. um cardo de cachecol esvoaçante. Descomedido, cometimentos, retrocessivo; o poema deslavado, a casa-livro; slogans totêmicos, aguaceiro sobre o Mar; a situação não Steve era agora eu ontem / acordei como quem tem prova / sabatina / anatomia das salamandras / sonho amaneirado , estilo em fuso, esperava retorno no local do segundo capítulo noutra noitada , impedia era o local, não a situação. contornava sonhando o prédio: fazia sonho todo impedimento.. em bátegas recurvas tenciono entre premências acontecer lineocongos num rio de morte iluminando.
O tronco brasílico é sefaradim: mortifica-se até em mudança, eu propriamente sou cria do mulato : tinha pânico epiléptico atavio nosso desencontro pabst-moderno: Madri Berlim são dum trânsito andrógino entre liberdades que tiranizam por libérrimas: me dêem regras por instante que seja! Machado é nossa norma consentida: Machado seiva... ‘’(...) mas a vida, meu rico senhor, compõem-se rigorosamente de quatro ou cinco situações, que as circunstâncias variam e multiplicam aos olhos.’’ a vida Quinca Borba, a vida como queixa é que conta-se. Escrever é queixa, pedido sem vergonha, CLXXXVII, nosso mandarim é o hai-kai horizontalizado na frase casmurriana: lança-se o mote, tupiniquiza-se a metafísica. A literatura segue carruagem, os perros cortazianos ao volante de bicicleta.’’
|
|