| Meiotom - Poesia |
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SOTURNO ESQUÁLIDO |
NESTOR LAMPROS |
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Permanecer, nano. O que é quebra, sigo ao contrários dos dias lindos.
Fulguro o cenário.
(Entre os decadentes, velhos de oitenta, tento navegar no impreciso lastro da cadência nas paredes)
E, na cortina, vultam Órus e Anúbis.
Na feira de miudezas do salão cheio de vazios sobre cadeiras neofumês.
E na alvissareira presença, quando são chegados os planos dos planetas, roubo a cena.
Finjo-me com ânsia, vomito uma gaivota prenhe de ar.
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