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meiotom poesia & prosa |
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meiotom.blog BRUNO PASTORE |
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(rebelião)
Poesia como religião
com o grafite comecei a anotar os anos escrevendo anotam-se os dias relação vida temporal noção.
Visão de mundo: se futebol tem contato físico balé também tem colocam entre as relações uma paúra sem personalidade dando samba sabor pizza galada.
Bem feitor não subestima a poesia que se rasteja inexistente cancela cifrões em alçapões sobrevive em anotar conversas do pão com mortadela com o café com leite sabendo que poderia pedir um almoço.
Masp dia 13* de criança como cantiga no fundo do ônibus transitando no transito: motorista olha a pista que ela não é de borracha capota mais não breca pode correr pois nós não temos medo de morrer nada disso tem mais sentido enquanto isso araruta araruta araruta o motorista é um filho da conduta. ...
Como faz para quebrar as regras do subjetivo quebrando como fazer o pensamento do papel executado executando como romper com seu redor rompendo ao redor como fugir de trânsitos do pensamento em garrafas transitando como evitar as palmas cegas ao final delatando entre pálpebras como abrir pálpebras sem aparelhos esterilizados escrevendo em bisturis tomado por uma doença comum de não dar vazão criativa a criatividade liberto pelo solavanco da gaita que tentava incluir no não ritmo da música.
O poeta é inimigo do ritmo.
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Diálogo é penitência após encaixotarem a criação de personalidades crivadas em opiniões. Roupas dizem mais que você mesmo isso não cheira suor no fim do dia misturado com perfume de mulher? o cheiro do humano que ha isso são sintomas contradições a doença é diagnosticá-los, registrá-los e fazer deles poções curáveis como nós em nós mesmos. Somos chulas poesias abriremos a diálogos com mais facilidade que agora.
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Sucessividade do interlocutor a altura
Igualdade de conceber trabalhos implica buscar profissionais de plástico. Vertente responsável pelos grupos de maneira a fazer com que eles não soubessem suprir os desconhecimentos sem construir trabalhos.
Motor de arranjos: aqui não há Tarsila do Amaral vá visitar um museu.
gostaria que grupo fosse algo fora destas dificuldades que gastasse papel que tira o peso da nuca e pichasse toda esta exclusão branca que ronda além das escolas.
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(abre parentes)
pensei, desejam permanecer mais tempo não perguntei nada estou fantasiando as soluções são muito comprometedoras
aproxime-se para ver a obra interlocutória correndo o risco de ser identificada pelo partir do princípio construtor de conhecimento, criando formas de compromissá-lo com o além da bela moldura:
conhecença de crianças que correram para atender necessidades de outro tipo oportunidades em que adultos não acreditam
Não decolamos valores dados em idéias sobrepostas a algo dentro da face dando para ver somente através dos olhos para enxergar tem que ser vestir o nada pode ser a única vez de indivíduo preparado ao acolhedor inesquecível explorando o máximo
perdemos por falta de tempo
Não acredito que houve poetas de ossos separados a carne dai o valor do liquido entre carne e osso
vai dizer que você nunca sentiu as vibrações de onde pisa
Sempre ha tempo entre o que nos restringe a ver somente como as coisas se apresentam se apresenta a visão além da carcaça:
são amêndoas que podem acabar rapidamente com um caderno que fotografa instantes transformando remorsos em mordidas vinagre com gosto de vinho Salada de Deus Baco:
meu avô se chamava Dionísio Pastore era marceneiro, homem calado, só falava pauladas afiadas como um machado na hora certa de tão calmo que era
Sempre quis a oportunidade de dizer isto abri a oportunidade que esquiva grandes desafios
acredite que escritos são espelhos automaticamente se enxergará nas oportunidades demonstradas fazendo ser simples abrir parentes
(capaz) ...
A beleza do inimaginável
aconteceu uma coisa bonita ali do princípio até o final
quando não se entende o que está acontecendo começa a criar ali vai aparecer:
sabe quando se coloca a pipoca na panela e o branco começa a nascer
se imagina a pipoca derretendo na boca nunca ninguém vai desenhar um modelo direto Desmanche e leve a rigor as considerações dos desastres
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A atividade proposta de longe o caminho mais difícil que tanto agrada
esquivei as uniesquinas agora luta contra as públicas faculdades da mente
Não somos Don Quixote somos a mancha do Sancho Pansa que cala mas não consente sente a água ultrapassar o umbigo afogando o peito e mesmo no desespero não comete injustiças com sigo muito menos aos outros
Pois vem de dentro para fora ... uma página no arquivo branco esperando mais documentos relate metaforicamente o dia hoje o resultado fica por conta da conclusão final vá e escreva como é a vida suas deduções arquivadas a partir de seu contexto
sabemos como funciona quebramos grilhões do mistério ouvimos o cristalino do som
sempre esteve ai sempre coube a nós enxergá-las está aí a descrição da face que vos fala
suas intuições ... Condição de movimento e curiosidades febre das atividades em graus Sucesso da possibilidade é enfrentar o artista em você e vencer as representações que te acham na legitimação
Possuídos desta propagação somos liberados do trabalho fundamental
Metade fica e metade vai garantia fundamental que não se deve colocar a crença São somente documentos irrelevantes consciência de que isso nos pertence e que devemos dizer pertencente a respeito disto
Mandato dito verdadeiro mandato é rompe-lo. ... Cura dor Na maldade a arte desempenha o papel de recuperar linda salvação em barbárie contraditória
Facas dividem gumes bolos alimentam somente o corpo por não ser arte
Mesmo você estando cansado ainda acontece o fim da tarde Após a arte vir bater na porta sabemos que um vai e outro fica
A arte está na religião de não sermos fiéis ao populismo transformado em arte por caras de satisfação ... Lugar de valor especial
Mesas coloridas é função de fazer não vendo a razão
mergulhar desenhar pintar um espaço que não existe escavando o vazio
pureza
resgatando a função de cada um o que não tem se encontra desavisado em virtude da reforma cortando uma fila simbólica se inaugurando a vaidade de recomeçar do zero
pavimentando o caminho ruínas pela novidade como indivíduo a carga horária real ...
desenvolvi olhos perfeitos as vezes enxergo-lhes cegos.
tem que se percorrer o caminho de chegar se transportar e entender além do que eles falam para você.
o domínios não acredita em leis pensa a dor de cabeça para baixo por isso não escutamos muito é mais fácil escrever aspirais.
em consolação os prédios gritam relaxa mensagens que se iluminam calmas
o meu lado fala
as pessoas pensam.
as coisas tem noção do marasmo prevendo guerra pessoas não conseguem se desligar.
problemas por ai tem bocas ocupando o todo nosso tempo indo a saudades entupiu os ouvidos das paredes às deixando mudas.
enchemos o saco com coisas que éramos deixando de ser o fazer se acumula correndo risco de explodi-lo.
...fim...
Outros textos do bloquinho
Está na hora Gente bronzeada, a frase eterna mostra seu valor ecoando em sombras. Fanqueiros anulam o passado bebendo pela colher transversal do maiame beat - resquícios que se rastejam em ritmo frenético. Fragmento, parei de ver o dia amarelamente, limpei a janela, fiz coisas que não fazia por falta de compassar a hora do vamos ver. A hora do vamos ver se demonstra única na falta de comparsas que se demonstram monstros, pequenos igual germes. Erro, a luz vem de nós, a força da atitude somos nós que ativamos brincando de idealizar desejos(sonhos/anarquia) só por habito. O subjetivo devora o individuo aniquilado, abre a tampa do bueiro e salta por mais que eu tente aniquilar o eu lírico, sendo, ele vaza de mim. Nós estamos caindo homem, estamos caindo num poço sem fundo. Alternativa é agarrar em um ponto, multiplicado por quatro, mãos e pés, irmos neste ponto até o final de nossas vidas, compulsivamente. Estaremos em fim livres, vitoriosos e livres desta guerra de aniquilações subjetivas.
“O artista não precisa ser ator principal, coadjuvante tem que contracenar na contra regra”
Torre da cultura “estilingue espírito de abo”
Late cachorro, a dança da escrita estabelece um contato visceral com as forças misteriosas da natureza, chega á máxima possibilidade de articulação do corpo com o mínimo gesto, em harmonia com os sons em volta. Escrever é, muito além disso, acompanhar a música interior que torna o divino meramente humano, é ser ao mesmo tempo deus e demônio, pela sublimidade do movimento simples, realizando o desejo do fauno. |
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