| Meiotom - poesia |
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samuel costa |
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Surto modernista
Não
há uma só...
...gota de sangue em cada poema...
[somente o ruído das maquinas]
Que
gritam o teu nome...
Não
há uma só...
...gota de sangue em cada poema...
É
sua voz a gritar o meu nome
Em
horas impróprias...
São
as suas mãos...
...a vagar pelo meu corpo
Não
há uma só...
...gota de sangue em cada poema...
Às
vezes...
...fico a noite a te fitar
E
em meus pensamentos...
Estou só!
Na
solidão a dois...
E a
dor que não passa...
É
ferida que não sara...
Samuel C da Costa é poeta em Itajaí
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