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“O POETA E AS PALAVRAS”

por Tânia Du Bois

 

“A vida do poeta tem ritmo diferente / Ele conduz errante pelos caminhos / pisando a terra e olhando o céu... // Clareando como um raio de / sol e paisagem da vida” (Vinícius de Moraes)

 

Palavras, poeta, poesia são apenas jogos lúdicos da literatura. A poesia é uma ferramenta importante em nossa vida, seja ela simples ou não. Por ordem de importância nos permite ganhar horas de entretenimento. Ao viver o cotidiano, faço um mapa dentro da minha cabeça e com certeza há poesia no meu caminho e o risco de ficar esperando diminuiu quando estive acompanhada do livro O POETA E AS PALAVRAS de Pedro Du Bois.

 

“O Poeta e as Palavras” estilhaça a noção do tempo provisório, tempo e prazer na poesia não falta. Minutos com eles, não são suficientes.

 

Dedico-me inteiramente ao que pretendo fazer e com isso garanto qualidade de vida. Busco a leitura nos intervalos para dar sentido ao tempo e as possibilidades de novas experiências.

 

“O Poeta amplia a palavra na necessidade de ser a compreensão do que revela”.

 

Gastamos o tempo para a poesia em relação às horas dedicadas ao poeta e suas palavras. Buscamos o equilíbrio entre o prazer da leitura para não perder a alegria do dia-a-dia, ou seja, não nos esquecermos dos jogos lúdicos da literatura, das ideias luminosas que acendem a luz do nosso cotidiano. É preciso refletir sobre o que é mais importante no dia-a-dia: vale ir à luta, porque poesia é vida, antes de qualquer coisa.

 

“Vestido preto ressalta / corpo branco. / A poesia é pouca. // Sorriso aberto / amplia calor / que vejo em ti. // Mente aberta, / conversa franca, / completam o quadro. // Mulher em corpo / de mulher amada, / espírito jovem de quem me ama.”

 

Vamos combinar: existe algo que não deve ter duração pré-determinada ou que nos permite perder a noção da hora, esse algo é o POEMA. Faz bem a saúde mental, engrandece culturalmente, rejuvenesce a emoção, melhora e ativa a criatividade entre o significado e o significante.

 

“O poeta desconsidera / as leis físicas / interpenetrado corpo / em movimento / despreza / as leis da química / descombinados elementos / misturados / esquece / as leis da política / acreditando na promessa / feita / amortece / as leis do corpo / coração em desabaladas / batidas.”

 

“Quem é você, poeta / para se arvorar em julgador / do homem simples? // Singelo / para quem a vida vale / por ela mesma / sem mistérios // Singelo / vivendo entre os seus / na sua terra / sendo surpreendido cada dia / em que se renova. // Você é apenas o poeta e as palavras.”